Confira marcas e empresas que ultrapassaram os limites e exageraram nos retoques feitos em campanhas recentes, com base em levantamento do Huffingon Post
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Da Redação
Publicado em 24 de maio de 2013 às 11h38.
Última atualização em 13 de setembro de 2016 às 15h36.
No anúncio de lingerie, a modelo da Victoria Secret’s Lais Ribeiro foi fotografada com o tronco levemente inclinado. Mas, do nosso ponto de vista, parece que a marca uniu as metades de duas fotos completamente separadas, e colou as duas numa linha divisória criada pelos braços cruzados da modelo.
Num ensaio no website da varejista de moda americana, um cavalo coadjuvante teve sua participação cortada ao meio da imagem - literalmente. O que deveria ser um equino normal acabou tornando-se uma cabeça voadora, sem continuação atrás do corpo da modelo.
Em outubro de 2012, a cantora Lana Del Rey foi a garota-propaganda contratada pela H&M para estrelar seus anúncios. O único problema é que o editor de fotos pareceu não perceber que estava gerando no mínimo uma ambiguidade: a posição do ombro da artista está totalmente desconectada do resto. Ela está na frente, atrás ou no meio do capô?
O uso abusivo do photoshop levou a campanha da Lancôme a ter sua veiculação proibida no Reino Unido em 2011. A Advertising Standards Authority, ASA, que cuida da regulação de publicidade no país, decidiu por proibir a publicação das peças alegando que as imagens são enganadoras, criando uma falsa beleza, e que poderiam pressionar as mulheres a se compararem a padrões irreais.
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Coleção limitada “AE x TK”, criada em parceria com a marca Tru Kolors do jogador do Kansas City Chiefs, chega às lojas em meio ao fenômeno “Swiftynomics” e à tentativa da empresa de retomar relevância com a Geração Z
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