Mercados

Ouro acaba semana com ganho de 4,5%

O ouro tem se beneficiado do dólar mais fraco e da retirada de apostas de investidores que previam preços menores


	Barras de ouro: o contrato de ouro mais negociado, com entrega para dezembro, ganhou US$ 10,10 (0,7%), fechando a US$ 1.371,00 a onça-troy
 (Junko Kimura/Bloomberg)

Barras de ouro: o contrato de ouro mais negociado, com entrega para dezembro, ganhou US$ 10,10 (0,7%), fechando a US$ 1.371,00 a onça-troy (Junko Kimura/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de agosto de 2013 às 15h47.

Nova York - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em alta nesta sexta-feira e encerraram a semana com ganho de 4,5%.

O ouro tem se beneficiado do dólar mais fraco e da retirada de apostas de investidores que previam preços menores. As perspectivas de uma redução de estímulos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) também motivaram a busca pelo metal precioso.

O contrato de ouro mais negociado, com entrega para dezembro, ganhou US$ 10,10 (0,7%), fechando a US$ 1.371,00 a onça-troy.

"Os metais preciosos receberam apoio esta semana da saída dos investidores dos mercados de ações e dos Treasuries com a perspectiva de uma redução de estímulos em setembro", disse o vice-presidente do EverBank World Markets, Mike Meyer. "A forte queda do ouro anteriormente no ano agora é uma oportunidade de compra."

Mas o rali pode perder força nos próximos meses, de acordo com a analista de metais do Barclays Bani Suki Cooper. "O rali do ouro não tem apoio de fundamentos. Mantemos nossa visão de que o mercado físico precisará continuar forte para absorver o excesso de oferta, que vai pressionar os preços." 

Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:Metrópoles globaisNova YorkOuroMetais

Mais de Mercados

Alta do ouro impulsiona garimpo amador nas montanhas da Califórnia

Ibovespa fecha acima de 159 mil pela 1ª vez e acumula alta de 6,38% no mês

Dólar fecha em baixa, a R$ 5,33, e acumula queda de 0,83% no mês

Ação da Palantir tem pior mês em dois anos: entenda a queda