Mercados

Estatais ganham destaque com possível vitória de Marina

Ação ordinária da Eletrobras e os papéis preferenciais da Petrobras lideravam os ganhos do Ibovespa


	Em caso de segundo turno, Marina venceria, diz pesquisa
 (REUTERS/Paulo Whitaker)

Em caso de segundo turno, Marina venceria, diz pesquisa (REUTERS/Paulo Whitaker)

Karla Mamona

Karla Mamona

Publicado em 8 de setembro de 2014 às 12h01.

São Paulo - As ações ordinárias da Eletrobras e os papéis preferenciais da Petrobras lideravam os ganhos do Ibovespa na primeira hora de pregão desta segunda-feira, com altas de 4,2% e 3,3%, respectivamente.

O mercado repercute a última pesquisa eleitoral divulgada na sexta-feira após o fechamento do pregão.

O levantamento realizado pelo Instituto Sensus aponta que as candidata Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatadas no primeiro turno.

Marina tem 29,5% das intenções de voto, enquanto Dilma tem 29,8%. Já Aécio Neves (PSDB) tem 15,2% das intenções de voto.

Em caso de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47,6% contra 32,8% dos votos válidos.

No vermelho

No final da manhã, os papéis da Petrobras viraram e chegaram a registrar perdas de 2%.

O mercado repercute o depoimento do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que apontou que mais de 30 políticos estariam envolvidos no esquema de propina da estatal.

Costa foi preso pela Polícia Federal em março sob a acusação de participar do esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef. O ex-diretor fez recentemente um acordo com a Justiça de delação premiada.

Segundo reportagem do jornal O Globo, a presidente Dilma decidiu mudar o comando de sua campanha. A partir de hoje, o ministro Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) pode assumir a coordenação geral, que hoje é exercida exclusivamente por Rui Falcão, presidente do PT, e Giles Azevedo, que foi chefe de gabinete da presidente.

Em resposta a EXAME.com, a assessoria de imprensa de Dilma confirmou a entrada de Rossetto na campanha, mas não soube detalhar qual função o ministro ocupará. 

Acompanhe tudo sobre:EmpresasDilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilEmpresas abertasEmpresas brasileirasHoldingsCelebridadesEstatais brasileirasEnergia elétricaEmpresas estataisServiçosPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoEletrobrasB3bolsas-de-valoresIbovespaMercado financeiroMarina Silvaaecio-neves

Mais de Mercados

Kraft Heinz se aproxima de acordo para dividir negócios de alimentos e molhos, diz jornal

Cinco meses depois, Spirit Airlines entra com novo pedido de falência nos EUA

Mercado Livre compra farmácia em SP, diz jornal: RD saúde cai 6%

Como funciona a matemática por trás da abertura de capital de uma empresa?