Mercados

Crescem captações domésticas com renda fixa, diz Anbima

No mês, foram captados US$ 4,8 bilhões no mercado internacional com a emissão de títulos de dívida


	Foram realizadas em janeiro também duas operações com ações: a oferta da Estácio Participações e o leilão de sobras de ações da Ideiasnet, que somaram R$ 770 milhões
 (Marcos Santos  / USP Imagens)

Foram realizadas em janeiro também duas operações com ações: a oferta da Estácio Participações e o leilão de sobras de ações da Ideiasnet, que somaram R$ 770 milhões (Marcos Santos / USP Imagens)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de fevereiro de 2013 às 11h05.

São Paulo - As captações com títulos de renda fixa feitas em janeiro caíram 86% na comparação com igual mês de 2012, somando R$ 1,3 bilhão, segundo o boletim da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), divulgado nesta quinta-feira.

Em janeiro de 2012, o volume de ofertas domésticas de renda fixa somou R$ 9,1 bilhões.

As debêntures lideraram as ofertas em janeiro, com quatro operações que movimentaram R$ 728 milhões, seguidas pelas notas promissórias, com volume de R$ 450 milhões em seis ofertas.

Em janeiro de 2012, as captações com debêntures e notas haviam sido de, respectivamente, R$ 4,7 bilhões e R$ 2,4 bilhões.

O destaque de janeiro foram as captações externas feitas pelas companhias brasileiras, diz a associação. No mês, foram captados US$ 4,8 bilhões no mercado internacional com a emissão de títulos de dívida.

Foram realizadas em janeiro também duas operações com ações: a oferta da Estácio Participações e o leilão de sobras de ações da Ideiasnet, que somaram R$ 770 milhões.

Acompanhe tudo sobre:aplicacoes-financeirasB3bolsas-de-valoresMercado financeiroFundos de investimentoDebênturesfundos-de-renda-fixa

Mais de Mercados

Alta do ouro impulsiona garimpo amador nas montanhas da Califórnia

Ibovespa fecha acima de 159 mil pela 1ª vez e acumula alta de 6,38% no mês

Dólar fecha em baixa, a R$ 5,33, e acumula queda de 0,83% no mês

Ação da Palantir tem pior mês em dois anos: entenda a queda