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Coca-Cola quer 30% de negros na liderança até 2030

O compromisso da Coca-Cola também inclui aumentar em 50% a representação total de negros em seu corpo funcional, passando dos atuais 30% para 45%, sem considerar aprendizes e estagiários

Linha de produção da Coca-Cola, em São Paulo (Marcelo Correa/Exame)

Linha de produção da Coca-Cola, em São Paulo (Marcelo Correa/Exame)

Marina Filippe

Marina Filippe

Publicado em 24 de fevereiro de 2022 às 07h00.

Última atualização em 25 de fevereiro de 2022 às 12h06.

A Coca-Cola Brasil anunciou que pretende ter 30% de negros em posições de liderança na empresa até 2030. Isso significa mais do que dobrar a participação de pessoas negras em cargos de supervisão e acima, passando de 14% para 30%.

O compromisso também inclui aumentar em 50% a representação total de negros em seu corpo funcional, passando dos atuais 30% para 45%, sem considerar aprendizes e estagiários.  "Nossa aspiração é espelhar a diversidade das comunidades que servimos com o compromisso de ampliar a representatividade e acelerar o processo de inclusão racial na Coca-Cola América Latina, liderada pela Coca-Cola Brasil", afirma Luis Felipe Avellar, presidente para operação Sul da Coca-Cola América Latina.

“Quando falamos em aspiração, estamos nos referindo a um conceito que usamos no negócio, focado no progresso, para desafiar o que existe e criar compromisso de mudança”, diz Simone Grossmann, diretora de recursos humanos para operação Sul da Coca-Cola América Latina.

Segundo a companhia, por meio de nota, com a Rede de Inclusão Racial da Coca-Cola, liderado por funcionários de forma voluntária, e ouvindo representantes do movimento negro, a empresa está traçando planos de ação para garantir que as mudanças ocorram de forma consistente.

O objetivo é acelerar a cultura inclusiva no local de trabalho e nas práticas de negócios, promovendo constantemente conscientização e engajamento, e incentivando não apenas a aquisição de talentos, mas também o desenvolvimento e planejamento de carreira de pessoas negras.

“O caminho para alcançar uma mudança real no mundo é longo, e estamos fazendo nossa parte para liderar e defender um futuro melhor para todos”, afirma Avellar.

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