Economia

OCDE vê ímpeto de crescimento entre principais economias

Entre as principais economias emergentes, indicador para a China ficou inalterado enquanto Índia e Rússia viram perspectivas ligeiramente melhores para expansão


	Berlim: crescimento nos desenvolvidos vem perdendo força na Alemanha e no Japão
 (Axel Mauruszat/Wikimedia Commons)

Berlim: crescimento nos desenvolvidos vem perdendo força na Alemanha e no Japão (Axel Mauruszat/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de agosto de 2014 às 08h13.

Paris - O ímpeto de crescimento na maioria das principais economias desenvolvidas está estável embora a Alemanha e o Japão mostrem sinais de perda de fôlego, informou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta segunda-feira.

A organização com sede em Paris informou que seu indicador que cobre 33 países membros ficou inalterado em junho em 100,5, acima da média de longo prazo de 100.

O indicador, desenhado para apontar pontos de virada no ciclo econômico, sugere que há "ímpeto de crescimento estável" no bloco formado principalmente por países desenvolvidos ricos, disse a OCDE. O indicador tem permanecido em 100,5 desde fevereiro.

Entretanto, o crescimento vem perdendo força na Alemanha, onde o índice caiu para 100,2 em junho, contra 100,4 em maio; e no Japão, onde caiu a 100,1 ante 100,4 no mês anterior. Na Itália, melhorou para 101,7, sobre 101,6.

Entre as principais economias emergentes, o indicador para a China ficou inalterado enquanto Índia e Rússia viram perspectivas ligeiramente melhores para expansão.

O cenário ficou estável nos Estados Unidos, com leitura de 100,5 desde maio. A OCDE disse que a zona do euro mostrou ímpeto de crescimento estável, com a leitura inalterada em 101,0

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEuropaItáliaPiigsAlemanhaChinaJapãoÍndiaDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoRússiaOCDE

Mais de Economia

Governo anuncia projeto de corte de benefícios fiscais e prevê elevar receita em R$ 19,76 bi em 2026

Governo reserva R$ 40,8 bi para emendas parlamentares no Orçamento de 2026

Governo prevê superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, no centro da meta

Bolsa Família deve ter orçamento de R$ 158,6 bilhões em 2026, levemente menor que em 2025