Economia

IPC-S desacelera alta a 0,52% em maio, diz FGV

Indicador também mostrou desaceleração ante a alta de 0,69 por cento na terceira quadrissemana do mês


	Consumidora pesquisa preços: destaque ficou para o grupo Alimentação, cuja alta desacelerou para 0,45%
 (Elza Fiúza/ABr)

Consumidora pesquisa preços: destaque ficou para o grupo Alimentação, cuja alta desacelerou para 0,45% (Elza Fiúza/ABr)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de junho de 2014 às 08h42.

São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou maio com alta de 0,52 por cento, após avanço de 0,77 por cento em abril, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

Assim, o indicador também mostrou desaceleração ante a alta de 0,69 por cento na terceira quadrissemana do mês.

Na comparação com a terceira quadrissemana de maio, o destaque ficou para o grupo Alimentação, cuja alta desacelerou para 0,45 por cento, ante 0,81 por cento na apuração anterior.

Nesta classe de despesa, a FGV destacou o item hortaliças e legumes, que teve deflação de 1,42 por cento, após alta de 0,91 por cento.

Na semana passada, o Banco Central manteve a taxa básica de juros em 11 por cento, depois de nove altas seguidas, mas deixou aberta a porta para a retomada do aperto monetário em breve, afirmando que a decisão foi tomada "neste momento".

O argumento entre dirigentes do BC é de que os efeitos da política monetária ocorrem com "defasagens" e que a recente inflação nos preços dos alimentos é temporária, e agora o mercado volta os olhos para a divulgação na quinta-feira da ata dessa reunião em busca de mais informações.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPreçoseconomia-brasileiraEstatísticasInflaçãoIndicadores econômicosFGV - Fundação Getúlio VargasIPC

Mais de Economia

Governo anuncia projeto de corte de benefícios fiscais e prevê elevar receita em R$ 19,76 bi em 2026

Governo reserva R$ 40,8 bi para emendas parlamentares no Orçamento de 2026

Governo prevê superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, no centro da meta

Bolsa Família deve ter orçamento de R$ 158,6 bilhões em 2026, levemente menor que em 2025