Economia

Emprego com carteira assinada cresce 22,9% no Paraná desde 2020 — no maior ritmo do país

Com um crescimento de 22,9% no estoque de empregos formais desde janeiro de 2020, o Paraná superou os aumentos registrados em Minas Gerais (22,2%), São Paulo (19,1%) e Rio de Janeiro (17,7%)

André Martins
André Martins

Repórter de Brasil e Economia

Publicado em 7 de agosto de 2025 às 14h21.

O Paraná registrou um crescimento de 22,9% no estoque de empregos formais desde janeiro de 2020, segundo levantamento do governo estadual feito com base em dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.

O ritmo de aumento das vagas formais no estado superou o de Minas Gerais, cujo estoque cresceu 22,2%, São Paulo, 19,1%, e Rio de Janeiro, 17,7%.

Em junho de 2025, o Paraná alcançou o número de 3.313.368 empregos formais, o maior número da história para o estado desde a reformulação do controle de dados do Ministério do Trabalho, em 2020.

Os estados com maior estoque de vagas formais são: São Paulo (14.667.290), Minas Gerais (5.059.493) e Rio de Janeiro (3.942.630), seguidos do Paraná.

Segundo a gestão paranaense, o desempenho positivo evidencia a recuperação do estado, que, ao longo dos últimos cinco anos, tem conseguido expandir sua participação no mercado de trabalho, diminuindo a diferença para o Rio de Janeiro e ampliando a distância para o Rio Grande do Sul.

No primeiro semestre de 2025, o Brasil criou 1.222.591 empregos com carteira assinada, um crescimento de 2,59%. Com isso, o país chegou a 48.419.937 postos formais de trabalho.

Setores geradores de empregos

Segundo o levantamento da gestão paranaense, o setor de serviços lidera o estoque de vagas no Paraná, com 1.439.492 empregos formais, seguido pela indústria (811.162), comércio (759.993), construção civil (182.339) e agronegócio (120.372).

No primeiro semestre de 2025, o estado gerou 94.219 novas vagas com carteira assinada, posicionando-se como o terceiro maior gerador de empregos no Brasil até o momento, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

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