Economia

Consultoria vê Brasil como 4º maior e-commerce em 2016

O Brasil terminou 2012 com 3,1% do movimento mundial feito pela internet, figurando em 7º no ranking global, à frente da Rússia (8º), Coreia do Sul (9º) e da Itália (10º)


	Comércio eletrônico: segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016
 (Divulgação)

Comércio eletrônico: segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016 (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 07h48.

Londres - Um estudo da consultoria italiana Translated projeta que o mercado brasileiro de vendas online será o quarto maior do mundo em 2016. Segundo o estudo, o mercado nacional vai ultrapassar o tamanho da França, do Reino Unido e da Alemanha ao longo dos próximos anos.

De acordo com a pesquisa intitulada "T Index", o Brasil terminou 2012 com 3,1% do movimento mundial eito pela internet. Com essa participação, o País figura em sétimo no ranking global, à frente da Rússia (8º), Coreia do Sul (9º) e da Itália (10º). Os primeiros do ranking são os Estados Unidos, a China e o Japão.

A consultoria prevê que o mercado brasileiro alcance participação de 4,3% do e-commerce mundial em 2016. Com essa fatia, o Brasil estará à frente da Alemanha, que deve terminar o ano das Olimpíadas no Rio com 3,9%.

Atualmente, os alemães giram 4,6% do e-commerce mundial. A redução dessa fatia não aconteceria pela piora dos resultados da Alemanha, mas pelo crescimento mais acelerado dos outros mercados.

Segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016. Em seguida, aparecem Estados Unidos (15,6%) e Japão (4,6%). Após o quarto lugar do Brasil, estarão a Alemanha, Rússia (3,6%) e França (3,2%).

Acompanhe tudo sobre:e-commerceInternetVendas

Mais de Economia

Governo publica norma que suspende todos os acordos entre INSS e associações

Lupi defende fim de desconto automático na folha de aposentados para evitar fraudes

Aneel adia novamente reajuste nas contas de luz da Light após diretoria prolongar análise

Regulação do vale-refeição e do vale-alimentação é de alçada do Ministério do Trabalho, diz Galípolo