Economia

Anatel fará leilão de sobras de radiofrequências em 2015

A ideia é disponibilização de uma faixa de 1,8 GHz em São Paulo e de lotes municipais de 2,5 GHz espalhados pelo País


	Segundo o presidente da Agência, não há previsão para o leilão das sobras de 700 MHz que não foram vendidas no leilão de 4G realizado no ano passado
 (Valter Campanato/ABr)

Segundo o presidente da Agência, não há previsão para o leilão das sobras de 700 MHz que não foram vendidas no leilão de 4G realizado no ano passado (Valter Campanato/ABr)

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Da Redação

Publicado em 21 de maio de 2015 às 17h58.

Brasília - O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse nesta quinta-feira, 21, que a área técnica do órgão está finalizando a modelagem para o leilão de sobras de radiofrequências que a agência fará ainda neste ano.

Segundo ele, a ideia é fazer o certame até outubro com a disponibilização de uma faixa de 1,8 GHz em São Paulo e de lotes municipais de 2,5 GHz espalhados pelo País.

No caso da faixa de 1,8 GHz, trata-se da frequência que era utilizada pela extinta Unicel na capital paulista e poderá ser usada para oferta de serviços de telefonia e internet móvel em 4G.

Já os lotes de 2,5 GHz são as sobras do leilão realizado em junho de 2012, que devem ser divididos em lotes municipais de 15 MHz que podem ser utilizados para oferta de internet fixa por meio de rádio numa modalidade de serviço que já é oferecida pela Sky em algumas modalidades.

"Não temos ainda previsão da arrecadação que virá desse leilão porque os cálculos ainda serão submetidos ao Tribunal de Contas da União (TCU)", disse Rezende.

Segundo ele, não há previsão para o leilão das sobras de 700 MHz que não foram vendidas no leilão de 4G realizado no ano passado. Na ocasião, TIM, Telefônica, Vivo, Claro, Sercomtel e Algar Telecom (antiga CTBC) compraram lotes da frequência, mas a Oi desistiu de participar do certame.

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