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U2 grava com artistas 11 curtas inspirados em novo álbum

A banda recrutou 11 artistas urbanos para gravar curtas-metragens que acompanharão cada uma das músicas de Songs of Innocence


	Apresentação do U2: trabalho será lançado em 9 de dezembro
 (Sandra Mu/Getty Images)

Apresentação do U2: trabalho será lançado em 9 de dezembro (Sandra Mu/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 19 de novembro de 2014 às 12h01.

Dublin - A banda irlandesa U2 recrutou 11 artistas urbanos para gravar 11 curtas-metragens que acompanharão cada uma das músicas que fazem parte de seu último álbum, "Songs of Innocence", divulgou nesta quarta-feira o iTunes, onde o disco foi lançado.

Este trabalho audiovisual, intitulado "U2: Films of Innocence", será lançado em 9 de dezembro, e já pode ser reservado no iTunes, que mostrou um teaser do projeto.

Dirigido por Jefferson Hack, os curtas têm a participação dos artistas Oliver Jeffers, Robin Rhode, D×Face, Mode 2, Chloe Early, Ganzeer, Vhils, Maser, ROA, DALeast e Todd James.

O U2 quis "celebrar o poder democrático da arte urbana e elegeu como ponto de referência" para este trabalho os famosos grafites políticos nas ruas da Irlanda do Norte que lembram o conflito armado.

"Escolhidos por sua indiscutível capacidade para captar a imaginação do público, os artistas tiveram total liberdade criativa para mostrar suas reações pessoais à música do U2, através de filmes em parte animados e em parte reais", acrescentou o texto.

O resultado, afirmou o iTunes, é uma "estimulante amostra de diversos enfoques, estilos e discursos", ao mesmo tempo em que propõe jogar "com o tempo e com o tamanho do mundo".

O novo álbum de U2 foi anunciado de surpresa durante a apresentação dos iPhone 6 da Apple, que o colocou de graça e de maneira automática nas bibliotecas dos mais de 500 milhões de usuários do iTunes.

A banda formada por Bono, The Edge, Larry Mullen e Adam Clayton pediu depois de um mês e meio desculpas pela forma como divulgaram "Songs of Innocence".

O carismático cantor reconheceu que a decisão de descarregar seu trabalho de forma automática - em parceria com a Apple - às listas de reprodução dos clientes do iTunes, foi um "ataque de megalomania, um toque de generosidade, e um pingo de autopromoção".

Depois de fortes críticas pela imposição do álbum, a Apple permitiu que os usuários pudessem eliminar o disco do U2 de suas bibliotecas.

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