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Vivo abraça diversidade e leva o compromisso interno para o mundo

Com atuação já consolidada internamente, empresa também impulsiona a temática em iniciativas para o público externo

 Vivo implementou várias iniciativas do ponto de vista de cultura organizacional para incorporar valores de diversidade e inclusão no dia a dia. (Vivo/Divulgação)

Vivo implementou várias iniciativas do ponto de vista de cultura organizacional para incorporar valores de diversidade e inclusão no dia a dia. (Vivo/Divulgação)

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Publicado em 11 de junho de 2024 às 09h30.

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A diversidade já é um pilar consolidado internamente na estratégia e na cultura da Vivo. A empresa entendeu, há tempos, que ter uma equipe diversa é um diferencial para inovar. E, diante disso, a companhia passou a se posicionar a favor do tema também para o mercado.

“Acreditamos que tão importante quanto nossas iniciativas internas para construir um ambiente cada vez mais diverso e plural para todos os nossos colaboradores, é fundamental a maneira como comunicamos isso para a sociedade”, afirma Marina Daineze, diretora de marca e comunicação da Vivo. “Dessa forma, entendemos o valor de fomentar discussões importantes e escolhemos intencionalmente utilizar nossas campanhas de marca e patrocínios para nos posicionar a favor de pautas sociais.”

Nesse sentido, a Vivo apresenta uma trajetória consolidada em ações como ferramenta para a transformação social.

Em 2021, com o projeto Telas Pretas, a empresa lançou a maior exposição digital de arte negra no Brasil. A iniciativa, que teve a curadoria da artista multimídia Igi Ayedun, mobilizou mais de 600 telas espalhadas por cerca de 240 lojas da marca em todo país para a divulgação de obras de artistas negros.

Como patrocinadora do Lollapalooza, a marca lançou, em 2022, o projeto Presença Preta. O objetivo foi reforçar a representatividade de pessoas negras entre o público do festival. “Desde então, a Vivo tem utilizado seu patrocínio em festivais musicais, como Lolla BR e The Town, ativando o Presença Preta e impulsionando a visibilidade da cultura e arte negra”, explica Marina.

O projeto Alegria Preta, criado em novembro de 2023, é um outro exemplo relevante. O projeto espalhou sorrisos de pessoas negras feitos por inteligência artificial nas redes sociais, em um movimento de protagonizar o debate sobre a necessidade de combater os vieses racistas dos algoritmos. “Acreditamos que a tecnologia tem um papel importante na construção de um futuro antirracista”, pontua Marina.

Agora em 2024, a Vivo estreou como patrocinadora do Festival Feira Preta, um dos maiores eventos de cultura negra e economia criativa da América Latina, e levou tecnologia e soluções de negócio com foco em empreendedores.

Em relação ao público LGBTI+, a Vivo é patrocinadora pelo terceiro ano consecutivo da Parada do Orgulho LGBT+, que acontece em São Paulo no começo de junho. “Um reforço público do nosso compromisso com a comunidade LGBT para além das nossas iniciativas internas”, diz a executiva.

Diversidade como prioridade

Levar a diversidade para o mercado externo só é possível porque o tema já está amplamente difundido dentro da companhia. “Somos uma empresa com um DNA forte e inclusivo”, afirma Niva Ribeiro, vice-presidente de pessoas da Vivo.

A executiva reforça que um ambiente mais aberto e diverso, onde as pessoas se sentem seguras para se expressar de maneira genuína, também é um espaço de maior criatividade e colaboração. “Uma empresa assim, atrai e retém mais talentos e, portanto, tem mais vantagem competitiva e capacidade de adaptação ao mercado”, pontua. “Sabemos que o sucesso de qualquer empresa hoje depende do valor compartilhado com a sociedade e o planeta. Por isso, reconhecemos a importância do tema para a sustentabilidade do nosso negócio.”

Dessa forma, a empresa passou a cultivar de maneira consciente um ambiente livre de preconceitos, para que seus colaboradores sejam quem quiserem ser, desenvolvam o máximo de seu potencial e vivam seus propósitos pessoais dentro da organização. “Temos um sólido programa de diversidade, cujo manifesto prega menos preconceito”, afirma Niva.

Lançado em 2018, o Vivo Diversidade é pautado nos pilares de gênero, LGBTI+, raça e pessoas com deficiência. “Com o programa, compartilhamos mais empatia, sem preconceito; mais troca de experiências, sem bolhas; e mais acolhimento, sem julgamento”, diz. “Entendemos a importância da inclusão e o quanto as perspectivas diversas enriquecem e ampliam nossa visão de mundo e nos melhoram como pessoas e como empresa.”

Nesse sentido, a Vivo implementou várias iniciativas do ponto de vista de cultura organizacional para incorporar valores de diversidade e inclusão no dia a dia. Entre elas, a Jornada Vivo Diversidade. A cada mês são discutidos temas relevantes com toda a empresa. Cada assunto é acompanhado do lançamento de uma nova ação, política ou benefício. Com isso, a empresa procura manter a diversidade sempre presente no dia a dia e acelerar o processo de transformação da cultura.

No mês das mulheres, por exemplo, a Vivo debateu com seu público interno, em uma live, o tema “Mulheres Plurais”, com o objetivo de desconstruir estereótipos de gênero, buscar igualdade, combater a violência e os comportamentos tóxicos, além de enaltecê-las dentro e fora da Vivo.

Vagas afirmativas

A empresa também mantém programas de capacitação, iniciativas de acessibilidade e vagas afirmativas. Em 2023, foram cerca de 2,7 mil vagas afirmativas abertas para talentos diversos, como Pessoas com Deficiência, LGBTI+, mulheres, profissionais negros e 50+. Um dos focos da companhia foi atrair profissionais com deficiência. Ao todo, foram 870 contratações, 74% a mais que em 2022.

Já nos programas de trainee e estágio, 50% das posições foram voltadas exclusivamente para talentos negros. Para chegar a esse número, explica Ribeiro, esses programas contam com um processo seletivo que elimina limitadores, como a exigência de idiomas, ampliando assim o acesso de todos os públicos.

Atualmente, 42,1% dos colaboradores da Vivo são profissionais negros e a empresa alcançou a marca de 33,1% de pessoas negras na liderança, de acordo com o último censo de diversidade realizado pela companhia.

“Esse resultado pode ser entendido tanto pela ampliação de ações afirmativas, principalmente voltadas a contratação de pessoas negras, quanto ao plano intencional de proporcionar reflexões sobre a luta antirracismo, vieses inconscientes, responsabilidade da liderança na carreira de colaboradores negros, além do amadurecimento dos nossos times em relação a sua autodeclaração racial, que inclui questões de segurança psicológica, aceitação e consciência das raízes históricas”, pontua Ribeiro.

Todas essas ações acabam atraindo mais pessoas diversas para os processos de seleção da companhia, o que motivou, por exemplo, o interesse de pessoas trans em trabalhar na Vivo. “Saímos de 20 profissionais trans, em 2020, para mais de 100, em 2023”, relata a executiva.

Apoio da liderança é fundamental

O envolvimento da liderança nos temas de diversidade é um dos fatores que impulsionam os avanços na Vivo. Por isso, o tema é colocado como estratégico dentro da companhia e tem o apoio do corpo executivo.

Cada pilar do programa de diversidade da Vivo conta com executivos “sponsors”, comitês e grupos de afinidade com a participação ativa dos colaboradores, aqueles que vivem a diversidade por serem quem são e que têm lugar de fala e protagonismo no assunto, aumentando a força da comunidade que cresce principalmente por vozes amplificadas. Além disso, a companhia conta com a atuação das lideranças na implementação de ações contundentes que impactam em evolução dos indicadores e na mudança de realidades.

Reflexo disso é que o presidente da Vivo, Christian Gebara, foi reconhecido como o CEO mais engajado com a temática racial, ações, iniciativas e projetos ligados à causa, na análise de boas práticas de empresas participantes dos Movimentos de Direitos Humanos da estratégia Ambição 2030 do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, na categoria Raça é Prioridade.

As organizações puderam inscrever seus projetos em diferentes categorias e as vencedoras foram escolhidas por um grupo formado por especialistas em cada tema e membros dos comitês consultivos de cada movimento.

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