Economia

Exportações e gastos impulsionam PIB da Alemanha no 1º tri

Segundo dados divulgados hoje, a maior economia da Europa cresceu 0,6 por cento no primeiro trimestre sobre o trimestre anterior

Consumidores alemães estão se beneficiando do emprego em máxima recorde, alta dos salários reais e baixos custos de empréstimos (Lennart Preiss/AFP)

Consumidores alemães estão se beneficiando do emprego em máxima recorde, alta dos salários reais e baixos custos de empréstimos (Lennart Preiss/AFP)

R

Reuters

Publicado em 23 de maio de 2017 às 08h26.

Berlim - A economia da Alemanha acelerou no primeiro trimestre ajudada pelas exportações fortes, aumento da construção e gastos mais altos de famílias e do governo.

A maior economia da Europa cresceu 0,6 por cento no primeiro trimestre sobre o trimestre anterior, contra 0,4 por cento nos últimos três meses do ano passado, informou nesta terça-feira a Agência Federal de Estatísticas, confirmando a leitura preliminar.

A agência de estatísticas informou que as exportações subiram 1,3 por cento e as importações avançaram 0,4 por cento, o que significa que a balança comercial acrescentou 0,4 ponto percentual ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

O investimento em construção saltou 2,3 por cento, aumento mais forte em três anos. O crescimento da população, melhora da segurança no trabalho e juros em mínima recorde estão alimentando um boom da construção.

Já o investimento em maquinário e equipamentos subiu 1,2 por cento, em um sinal de que as empresas estão buscando se expandir apesar dos riscos políticos.

Os consumidores alemães estão por sua vez se beneficiando do emprego em máxima recorde, alta dos salários reais e baixos custos de empréstimos, com os gastos das famílias contribuindo com 0,2 ponto percentual para o PIB. Já os gastos do Estado subiram 0,4 por cento.

Acompanhe tudo sobre:AlemanhaConsumoExportaçõesPIBConstrução civil

Mais de Economia

Governo anuncia projeto de corte de benefícios fiscais e prevê elevar receita em R$ 19,76 bi em 2026

Governo reserva R$ 40,8 bi para emendas parlamentares no Orçamento de 2026

Governo prevê superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, no centro da meta

Bolsa Família deve ter orçamento de R$ 158,6 bilhões em 2026, levemente menor que em 2025